O OUTRO LADO – Carta Aberta de Manoel da Conceição Santos ao Presidente Lula!

A carta foi publicada no Jornal Pequeno, de São Luís do Maranhão, 05-06-2010.

Eis a carta.

2ª carta de Carta de Manoel da Conceição ao Companheiro Presidente Lula

C/C para:

Sr. José Eduardo Dutra – Presidente Nacional do PT

Sra. Dilma Roulsseff – Pré Candidata do PT à Presidência da República

Executiva Nacional do PT

Diretório Nacional do PT

 

Nobre companheiro presidente Lula,

É com a ternura, o carinho e o amor de um irmão, a confiança, o respeito e o compromisso de um companheiro de classe, das organizações e lutas históricas dos trabalhadores e das trabalhadoras desse país e do mundo que me sinto com a liberdade e o direito de lhe enviar esta 2ª carta, tratando de questões que compreendo ter muito a ver com a responsabilidade do companheiro tanto como agente político das lutas em prol da justiça social para a classe trabalhadora como também na qualidade de um primeiro presidente da república legitimamente forjado nas organizações e lutas desse povo excluído, sofrido, mas que é capaz de realizar o impossível enquanto força social e política organizada e consciente do seu projeto de libertação classista.

Dirijo-me ao companheiro com a minha identidade de trabalhador rural, de sindicalista, de ambientalista, de humanista e de militante e fundador do Partido dos Trabalhadores, o qual comecei a sonhar e trabalhar na sua criação quando ainda me encontrava no exílio, juntamente com honrados e honradas companheiros e companheiras que havíamos sido banidos do nosso país pela intolerância de um governo totalitário e de regime militar.

Porém, minha identidade social, política e classista se origina bem antes da criação do PT e da CUT, instrumentos classistas dos quais me orgulho de ter sido co-fundador, juntamente com o companheiro e um conjunto de honrado(a)s e legítimo(a)s militantes e intelectuais orgânicos da classe trabalhadora.
Na realidade companheiro Lula minha história de luta social e política se originou aqui mesmo no Maranhão, estado do qual sou filho natural com minha matriz étnica negra e indígena.

Agora em julho de 2010 completarei 75 anos de idade. Quando eu era ainda jovem vi meu pai e muitas famílias agricultoras serem massacradas e enxotadas de suas posses por latifundiários, coronéis e jagunços, acobertados e protegidos por um governo oligárquico. Certa vez presenciei um grande massacre de companheiros meus quando estávamos reunidos em uma pequena comunidade rural do interior do Maranhão. Neste dia fomos atacados de forma covarde por um grupo de soldados e jagunços, que sem a menor chance de defesa assassinaram 5 pessoas, dentre elas uma criança que correu prá abraçar o pai caído no chão e foi pego pelas pernas e arremessado contra a parede que a cabeça abriu espalhando os seus miolos, também uma velhinha, que tentou impedir a morte do filho foi cravada de punhal em suas costas, ficando rodando no chão espetada. Eu escapei por puro milagre com um tiro na perna, mas me tornei mais revoltado ainda com a classe latifundiária e jurei perante a comunidade a lutar o resto de minha vida contra os latifundiários e suas injustiças.

Presenciei um segundo massacre em 1959 quando estávamos novamente reunidos em uma comunidade por nome Pirapemas para preparar a defesa de uns companheiros que estavam sendo acusados de ter invadido uma propriedade e roubado umas frutas do sítio. Neste dia chegou um grupo de uns 20 policiais, soldados, tenente, cabos e um sargento. Ao chegarem ao local da reunião o sargento perguntou quem era o presidente da associação, e como foi respondido que não havia presidente o sargento falou: pois então todos são presidentes e vão levar bala. Neste dia foram assassinados sete companheiros e três outros ficaram gravemente feridos.

Minha primeira motivação para a luta era sustentada em pura revolta, ódio dos exploradores da minha família e das famílias camponesas da mesma região que habitávamos. Sem a menor consciência política e dominado pelo ódio eu cheguei a acreditar que a libertação dos trabalhadores de tal estado de sujeição dependeria de um salvador da pátria, de um homem corajoso, de um herói que com o apoio eleitoral dos oprimidos iria por fim a tal dominação. A partir desse entendimento extremamente limitado e de um profundo sentimento de revolta pela violência testemunhada e sofrida, vi surgir na minha ingenuidade uma esperança para salvar a massa camponesa do jugo dos latifundiários apadrinhados pelo poder da oligarquia viturinista que comandava o estado do Maranhão. O nome dessa esperança era José Sarney.

Com um discurso muito bem elaborado e com a radicalidade de um revolucionário Sarney prometia exatamente o que nós camponeses queríamos ouvir: um Maranhão novo e livre de oligarquia, reforma agrária, punição dos crimes cometidos contra as famílias camponesas e indenização dos prejuízos a elas causados pelo gado dos fazendeiros. Eu acreditei no discurso do cidadão e me tornei um aguerrido cabo eleitoral, andando a cavalo em todas as comunidades da região fazendo sua campanha. Resultado, com uma grande adesão popular, elegemos o José Sarney em 1965 para ser o governador do Maranhão. Nessa época eu já era presidente do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Pindaré Mirim, que congregava trabalhadores rurais de toda a grande região do Pindaré. Mesmo sem ainda ter uma sólida consciência de classe eu já havia sido preso e espancado severamente pela polícia da ditadura militar. Foi por conta dessa perseguição que eu passei a acreditar nas promessas do Sarney que caso fosse eleito iria ser uma força aliada dos trabalhadores contra a repressão da ditadura militar.

No dia 13 de julho de 1968 o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Pindaré Mirim havia convocado uma reunião da categoria para receber a visita de um médico para tratar questões relacionadas à saúde dos associados e associadas. O Prefeito do município na época mandou informar que iria fazer uma visita ao sindicato neste mesmo dia. Por volta das 10 horas da manhã chegou um pessoal dizendo que queria falar com o presidente do sindicato. Quando eu apontei na porta fui recebido por tiro de fuzil que estraçalhou minha perna. A ação e os disparos foram efetuados pela polícia militar. Outros companheiros também foram atingidos por bala, mas felizmente não houve morte. Eu fui levado aprisionado e jogado na cadeia sem receber nenhum tratamento no ferimento, o que levou minha perna a gangrenar e ter que ser amputada. Sarney se encontrava em viagem para o Japão e quando retornou manifestou desconhecimento da questão e mandou seus assessores manter contato comigo, oferecendo apoio para a minha família, uma perna mecânica, uma casa e outras ofertas, desde que eu me tornasse um defensor do seu governo. Eu respondi que não estava preso por ser bandido, que minha perna tinha sido arrancada por bala da própria polícia militar do estado sob seu governo. Portanto, minha perna era responsabilidade da classe que eu representava, minha perna era a minha classe. Desde então eu passei a ser considerado um inimigo do Estado militar, passando a ser alvo de permanente perseguição. Fui preso 9 vezes e submetido às piores torturas que um ser humano é capaz de suportar. Vi muitos de meus companheiros e companheiras serem torturados e morto(a)s por ordem do governo militar do qual Sarney se tornou parte num primeiro momento como governador do Maranhão e posteriormente como Senador Biônico. Vale ressaltar que foi no primeiro governo da nascente oligarquia Sarney, que foi promulgada a Lei Estadual 2.979, regulamentada pelo Decreto 4.028 de 28 de novembro de 1969, a qual facultava a venda de terras devolutas sem licitação a grupos organizados em sociedade anônima. Essa lei foi o maior instrumento de legalização da grilagem das terras do Maranhão, particularmente na região do Pindaré (ASSELIN, 1982, p. 129). Essa grilagem promoveu a expulsão das famílias agricultoras de suas posses e a migração de milhares de famílias camponesas maranhenses para outros estados.

Eu escapei com vida, embora mutilado e com seqüelas físicas e psicológicas profundas, por conta da solidariedade da anistia internacional, das igrejas católicas e evangélicas, da AP como principal mobilizadora dos apoios e até do Partido Comunista do Brasil que na ocasião fez uma ampla campanha internacional pela preservação da minha vida.

Finalmente, fui exilado na Suiça de onde continuei denunciando as atrocidades da ditadura militar nas oportunidades que tive de viajar por vários países europeus. Foi também no exílio juntamente com companheiros refugiados que começamos a discutir a idéia já em discussão no Brasil de criação do Partido dos Trabalhadores e também de uma central sindical.

Meu companheiro Lula, hoje vivemos um novo momento na história do Brasil; aquelas lutas dos anos 50, 60, 70, 80 e 90 não foram em vão; tivemos prejuízos enormes, pois muitas vidas foram ceifadas pela virulência dos detentores do poder do capital; porém, temos um saldo expressivo de vitórias; hoje temos um partido que se tornou a maior expressão política da classe trabalhadora na América Latina; temos o melhor presidente da história desse gigantesco país, que ironicamente é um trabalhador operário e nordestino, que assim como eu quase não teve acesso a estudos escolares. Eu confesso a você que sinto um imenso orgulho de ter participado desde os primeiros momentos da construção dessa grandiosa e ousada empreitada. Porém, companheiro presidente, ultimamente eu tenho vivido as maiores angustias que um homem com minha trajetória de vida é capaz de imaginar e suportar. Receber a imposição de uma tese defendida pela Direção Nacional do meu partido e até onde me foi informado pelo próprio companheiro presidente de que o nosso projeto político e social passa agora pelo fortalecimento da hegemonia da oligarquia sarneysta no Maranhão. Eu sei do malabarismo que o companheiro presidente tem precisado fazer para garantir alguma condição de governabilidade, porém, sei do alto custo que é cobrado por esses apoios conjunturais, e que nosso governo vem pagando a todos esses ônus. Companheiro, tudo precisa ter algum limite e tal limite é a nossa dignidade. O que está sendo imposto a nós petistas do Maranhão extrapola todos os limites da tolerância e fere de morte a nossa honra e a nossa história. Eu pessoalmente, há mais de 50 anos venho travando uma luta contra os poderes oligárquicos e contra os exploradores da classe trabalhadora neste país. Por conta disso perdi dezenas de companheiros e companheiras que foram barbaramente trucidados por essas forças reacionárias. Como que agora meus próprios companheiros de partido querem me obrigar a fazer a defesa dessas figuras que me torturaram e mataram meus mais fieis companheiros e companheiras. Vocês podem ter certeza que essa é a pior de todas as torturas que se pode impor a um homem. Uma tortura que parte dos próprios companheiros que ajudamos a fortalecer e projetar como nossos representantes no partido e na esfera de poder do Estado, na perspectiva de um projeto estratégico da classe trabalhadora. Estou falando do fundo de minha alma em honra à minha história e à de meus companheiros e companheiras que foram assassinadas pelas forças oligárquicas e de extrema direita neste país.

Estou animado para fazer a campanha da companheira Dilma, assim como para fazer uma aguerrida campanha política em prol do fortalecimento do PT no Maranhão e para construir um projeto político alternativo à oligarquia sarneysta, juntamente com os partido do campo democrático e popular na Coligação PT, PCdoB e PSB. Esta foi a tática vitoriosa em nosso encontro estadual realizado nos dias 26 e 27 de março, que aprovou por maioria de votos, da forma mais transparente possível e cumprindo todos os preceitos legais o nome do companheiro Flávio Dino para candidato dessa aliança legitimamente de esquerda e respaldada pelas mais expressivas organizações da classe trabalhadora deste estado que publicamente se manifestaram, a exemplo da Federação dos Trabalhadores na Agricultura – FETAEMA e a CUT. Assim, penso que estamos sendo coerentes com a nossa história e identidade classista. Portanto, estou fazendo este apelo ao mais ilustre companheiro de partido e confessando em alto e bom som que não aceitarei sob nenhuma hipótese a tese de que nestas alturas de minha vida eu tenha que negar minha identidade e desonrar a memória de meus companheiros e companheiras que foram caçados e exterminados pela oligarquia e os detentores do capital no Maranhão, no Brasil e mundo inteiro.

Lamento e peço desculpas se este meu posicionamento desagrada o companheiro e a Direção Nacional do PT, mas não posso me omitir diante de uma tese destruidora de nossa identidade coletiva e que representa a negação de tudo que temos afirmado nas nossas palavras e ações. Espero poder contar com a solidariedade e compreensão do meu histórico companheiro de utopias e lutas.

Atenciosamente,

Manoel da Conceição Santos – Membro Fundador do PT e primeiro Secretário Agrário Nacional

Imperatriz – MA, 03 de junho 2010

Presidenta ou Presidente??? – O meu camarada Irmão CARLOS LIMA escreveu…, CONFIRA.

Presidenta ou Presidente? O que importa?

  9 de Maio de 2010

Ivo Pugnaloni e Carlos Lima *

Será que você, leitor ou leitora, se acha preconceituoso (a)?
Então, responda rápido: qual é o correto, “presidente”, ou “presidenta”?

Segundo o Aurélio e quase todos os dicionários, o certo é “PresidentA” com “a”, o feminino de presidente.

s.f.,Mulher que exerce funções de presidente”, está escrito, para conhecimento dos incrédulos.

Mas por que será que tanta gente acha o contrário preferindo “presidente”, no masculino?

Será que isso é fruto de puro e simples preconceito, ao mesmo tempo inconsciente e coletivo?

Ou será, apenas, falta de uso da palavra no feminino?

Não importa a gramática, nem a ortografia. Nem a questão do preconceito de gênero, dirão alguns. “A questão é política!” dirão os mais enfezados.

Mas será que não importa mesmo? Pense conosco, amigo(a) leitor(a)…

O fato é que nunca antes neste país tivemos uma mulher presidenta da República.

Do mesmo jeito que nunca antes havíamos sido governados por um presidente saído de uma fábrica, um operário metalúrgico.

Vocês lembram quanto preconceito que nós, que apoiávamos Lula para Presidente tivemos de suportar e rebater?

Lembram do processo educativo que levou exatamente 22 anos de muita conversa, começando com muito debate em nossos locais de trabalho, com nossas famílias?

Lembram do trabalho de conscientização nas ruas, nas praças, nas cidades do interior, nas portas das fábricas, nos terminais de transporte, nas universidades, que tivemos de fazer?
E agora? Que faremos?

Em outubro teremos novas eleições para presidenta.

Lula virou um sucesso de público e de crítica. O “sapo barbudo” se transformou não num simples e figurativo príncipe encantado, mas no principal líder político mundial, só superado por Kennedy, nos seus bons tempos, segundo palavras do próprio Obama!

O Brasil cresce e fica mais justo. Um milhão de jovens pobres entraram na Universidade. O crescimento econômico do Nordeste compara-se ao da China. Estamos emprestando dinheiro ao FMI para ajudar a combater a pirataria financeira das agências de risco que controlam bancos especuladores promovem contra a Grécia , Portugal e Espanha.

Até a mídia mundial, sempre tão ranzinza contra presidentes populares, se rende ao presidente operário que começou a mudar o Brasil e fazê-lo assumir seu lugar no futuro.

Mas pela lei, Lula não pode mais ser reeleito.

E não deveria mesmo sê-lo para não engessarmos os músculos da democracia, que precisam ser usados e fortalecidos.

Não há um herdeiro político da base aliada com o prestígio à altura de Lula governando algum dos estados.

São Paulo e Minas, maiores colégios eleitorais, estão nas mãos da oposição.

No Congresso, pela própria expressão desse órgão, não há líder político em condições de substituir Lula, seja do lado da oposição, seja do governo.

Foi nesse cenário estéril, que o “animal político” que é o Lula, um belo dia parece ter tido um “insight” e deve ter pensado: “Depois do primeiro operário, chegou a hora de o Brasil eleger a primeira mulher presidente. Outro dia, o primeiro negro e o primeiro índio.”

E viu em Dilma Roussef, que nunca antes passou por eleições, aquela que podia ser escolhida pelas 80% de pessoas que acham seu governo regular, bom ou ótimo.

E nós, que apoiamos o Lula, sempre ou pela primeira vez, temos diante de nós o desafio de ajudar a eleger Dilma para que as mudanças continuem acontecendo e o Brasil se torne cada vez mais justo e melhor. E possamos contribuir mais e mais para um mundo mais justo, pacífico e equilibrado.

Ajudar, em política, é conversar, é convencer, endossar e apoiar publicamente.

E o argumento inicial, a “dica” para o início de nossa conversa política para conscientizar nossos vizinhos, amigos e parentes, foi o próprio Lula que nos deu.

Ao apontar para Dilma como sua sucessora predileta ele nos disse: “Comece assim a conversa: ela é uma mulher! E nunca tivemos uma presidenta antes! Porque não experimentar?”

Antes que os mal-humorados de plantão nos cubram de injúrias e reproches, deixemos claro que não é só por isso, por ser mulher, que evidentemente Dilma é a melhor para o Brasil!

Queremos Dilma porque ela vai continuar a obra de Lula, com toda certeza.

Por ela abraçar e ter abraçado há mais de 40 anos, com risco da própria vida, um programa de mudanças que vem dando certo e tirou 25 milhões de pessoas da miséria.

Mas é evidente que ser mulher e ser mãe é um grande atributo de nossa candidata e o nosso adversário principal não é, nem uma coisa, nem outra.

Muito pelo contrário.

Devemos aproveitar essa vantagem competitiva na conversa com amigos, conhecidos e mesmo com os desconhecidos que encontramos diariamente no ônibus, no banco, no cafezinho.

Não podemos deixar de usar essa vantagem porque nossos adversários, como arautos do atraso, vão certamente usar esse fato como “defeito”, aproveitando-se da ignorância política e do preconceito de gênero que ainda são muito fortes em nosso país.

Nós, que trabalhamos para emancipar as pessoas e livrá-las de toda forma de preconceito, devemos aproveitar do fato inconteste de que, no inconsciente coletivo, nada melhor que uma mulher para arrumar a casa, cuidar de todos os filhos, pensar no futuro, querer as coisas certas, em dia, limpas e sustentáveis.

Neste Dia das Mães de 2010, pensando nas nossas mães, inclusive nas que nos deixaram antes de ver o Lula eleito, repassamos com alegria, a todas vocês, esse presente, que ganhamos de um grande presidente: a oportunidade de, pela primeira vez, chamarmos uma mulher de presidenta!

Feliz Dia das Mães, mulheres guerreiras deste país!

Suas filhas e filhos, netos e netas, reconhecem a luta de todas vocês para nos livrar da ignorância, da miséria, da doença e das injustiças.

* Ivo Pugnaloni e Carlos Lima são militantes do PT de Curitiba.

Violencia, Identidade Cultural e Pós Modernidade

 

Pode? A contribuição de Malafaia para o Evangelho da Prosperidade.

Assista ao Vídeo com atenção!

Veja a matéria toda sobre o Malafaia no ótimo PÚLPITO CRISTÃO – http://ow.ly/16jrCe

Se na sua igreja as mensagens são parecidas…., suma de lá enquanto há tempo.

Pode? A Unção da chicotada…..

Se você tem cultos em sua igreja parecidos com isso…, então.., já passou da hora de mudar de igreja.

Pode? A velha e manjada Unção do cai cai…..

Se você tem visto coisas similares em sua igreja …., já passou da hora de mudar de igreja ….

Pode? A unção da cutucada.

Se você tem notado algo parecido em sua igreja .., já passou da hora de procurar uma igreja melhor.