Presidenta ou Presidente??? – O meu camarada Irmão CARLOS LIMA escreveu…, CONFIRA.

Presidenta ou Presidente? O que importa?

  9 de Maio de 2010

Ivo Pugnaloni e Carlos Lima *

Será que você, leitor ou leitora, se acha preconceituoso (a)?
Então, responda rápido: qual é o correto, “presidente”, ou “presidenta”?

Segundo o Aurélio e quase todos os dicionários, o certo é “PresidentA” com “a”, o feminino de presidente.

s.f.,Mulher que exerce funções de presidente”, está escrito, para conhecimento dos incrédulos.

Mas por que será que tanta gente acha o contrário preferindo “presidente”, no masculino?

Será que isso é fruto de puro e simples preconceito, ao mesmo tempo inconsciente e coletivo?

Ou será, apenas, falta de uso da palavra no feminino?

Não importa a gramática, nem a ortografia. Nem a questão do preconceito de gênero, dirão alguns. “A questão é política!” dirão os mais enfezados.

Mas será que não importa mesmo? Pense conosco, amigo(a) leitor(a)…

O fato é que nunca antes neste país tivemos uma mulher presidenta da República.

Do mesmo jeito que nunca antes havíamos sido governados por um presidente saído de uma fábrica, um operário metalúrgico.

Vocês lembram quanto preconceito que nós, que apoiávamos Lula para Presidente tivemos de suportar e rebater?

Lembram do processo educativo que levou exatamente 22 anos de muita conversa, começando com muito debate em nossos locais de trabalho, com nossas famílias?

Lembram do trabalho de conscientização nas ruas, nas praças, nas cidades do interior, nas portas das fábricas, nos terminais de transporte, nas universidades, que tivemos de fazer?
E agora? Que faremos?

Em outubro teremos novas eleições para presidenta.

Lula virou um sucesso de público e de crítica. O “sapo barbudo” se transformou não num simples e figurativo príncipe encantado, mas no principal líder político mundial, só superado por Kennedy, nos seus bons tempos, segundo palavras do próprio Obama!

O Brasil cresce e fica mais justo. Um milhão de jovens pobres entraram na Universidade. O crescimento econômico do Nordeste compara-se ao da China. Estamos emprestando dinheiro ao FMI para ajudar a combater a pirataria financeira das agências de risco que controlam bancos especuladores promovem contra a Grécia , Portugal e Espanha.

Até a mídia mundial, sempre tão ranzinza contra presidentes populares, se rende ao presidente operário que começou a mudar o Brasil e fazê-lo assumir seu lugar no futuro.

Mas pela lei, Lula não pode mais ser reeleito.

E não deveria mesmo sê-lo para não engessarmos os músculos da democracia, que precisam ser usados e fortalecidos.

Não há um herdeiro político da base aliada com o prestígio à altura de Lula governando algum dos estados.

São Paulo e Minas, maiores colégios eleitorais, estão nas mãos da oposição.

No Congresso, pela própria expressão desse órgão, não há líder político em condições de substituir Lula, seja do lado da oposição, seja do governo.

Foi nesse cenário estéril, que o “animal político” que é o Lula, um belo dia parece ter tido um “insight” e deve ter pensado: “Depois do primeiro operário, chegou a hora de o Brasil eleger a primeira mulher presidente. Outro dia, o primeiro negro e o primeiro índio.”

E viu em Dilma Roussef, que nunca antes passou por eleições, aquela que podia ser escolhida pelas 80% de pessoas que acham seu governo regular, bom ou ótimo.

E nós, que apoiamos o Lula, sempre ou pela primeira vez, temos diante de nós o desafio de ajudar a eleger Dilma para que as mudanças continuem acontecendo e o Brasil se torne cada vez mais justo e melhor. E possamos contribuir mais e mais para um mundo mais justo, pacífico e equilibrado.

Ajudar, em política, é conversar, é convencer, endossar e apoiar publicamente.

E o argumento inicial, a “dica” para o início de nossa conversa política para conscientizar nossos vizinhos, amigos e parentes, foi o próprio Lula que nos deu.

Ao apontar para Dilma como sua sucessora predileta ele nos disse: “Comece assim a conversa: ela é uma mulher! E nunca tivemos uma presidenta antes! Porque não experimentar?”

Antes que os mal-humorados de plantão nos cubram de injúrias e reproches, deixemos claro que não é só por isso, por ser mulher, que evidentemente Dilma é a melhor para o Brasil!

Queremos Dilma porque ela vai continuar a obra de Lula, com toda certeza.

Por ela abraçar e ter abraçado há mais de 40 anos, com risco da própria vida, um programa de mudanças que vem dando certo e tirou 25 milhões de pessoas da miséria.

Mas é evidente que ser mulher e ser mãe é um grande atributo de nossa candidata e o nosso adversário principal não é, nem uma coisa, nem outra.

Muito pelo contrário.

Devemos aproveitar essa vantagem competitiva na conversa com amigos, conhecidos e mesmo com os desconhecidos que encontramos diariamente no ônibus, no banco, no cafezinho.

Não podemos deixar de usar essa vantagem porque nossos adversários, como arautos do atraso, vão certamente usar esse fato como “defeito”, aproveitando-se da ignorância política e do preconceito de gênero que ainda são muito fortes em nosso país.

Nós, que trabalhamos para emancipar as pessoas e livrá-las de toda forma de preconceito, devemos aproveitar do fato inconteste de que, no inconsciente coletivo, nada melhor que uma mulher para arrumar a casa, cuidar de todos os filhos, pensar no futuro, querer as coisas certas, em dia, limpas e sustentáveis.

Neste Dia das Mães de 2010, pensando nas nossas mães, inclusive nas que nos deixaram antes de ver o Lula eleito, repassamos com alegria, a todas vocês, esse presente, que ganhamos de um grande presidente: a oportunidade de, pela primeira vez, chamarmos uma mulher de presidenta!

Feliz Dia das Mães, mulheres guerreiras deste país!

Suas filhas e filhos, netos e netas, reconhecem a luta de todas vocês para nos livrar da ignorância, da miséria, da doença e das injustiças.

* Ivo Pugnaloni e Carlos Lima são militantes do PT de Curitiba.

O OUTRO LADO -Belo Monte e o Lider indigena Megaron Txukarramãe

Carta manifesto do cacique Megaron Txukarramãe contra a construção da

Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

 

Comunicado

 

Nós lideranças e guerreiros estamos aqui em nosso movimento e vamos continuar com a paralisação da balsa pela travessia do rio Xingu.

Enquanto Luiz Inacio Lula da Silva insistir de construir a barragem de Belo Monte nós vamos continuar aqui.

Nós ficamos com raiva de ouvir Lula falar que vai construir Belo Monte de qualquer jeito, nem que seja pela força!!!

Agora Nos índios e o povo que votamos em Lula estamos sabendo quem essa pessoa.

Nós não somos bandidos, nós não somos traficantes para sermos tratados assim, o que nós queremos é a não construção da barragem de Belo Monte.

Aqui nós não temos armas para enfrentar a força, se Lula fizer isso ele quer acabar com nós como vem demonstrando, mas o mundo inteiro vai poder saber que nós podemos morrer, mais lutando pelo nosso direito. Estamos diante de um Governo que cada dia que passa se demonstram contra nós índios.

Lula tem demonstrado ser inimigo número um dos índios e Marcio Meira o atual Presidente da Funai tem demostrado a ser segunda pessoa no Brasil contra os índios, pois, a Funai não tem tratado mais assuntos indígenas, não demarcação de terra indígena mais, não tem fiscalização de terra indígena mais, não tem aviventação em terra indígena.

Os nossos líderes indígenas são impedido de entrarem dentro do prédio da funai em Brasília pela força nacional.

O que esta acontecendo com nós índios é um fato de grande abandono, pois, nós índios que somos os primeiros habitantes deste pais estamos sendo esquecidos pelo Governo de Lula que quer a nossa destruição, é esta a conclusão que chegamos.

 

Lider indigena Megaron Txukarramãe

 

Aldeia Piaraçu, 26 de abril de 2010

 

Carta para imprensa

O OUTRO LADO – Lula, Cuba e os Direitos Humanos.

por Julio César

Psicólogo e mestrando em Ciências da Religião

 

            A bajulação dos companheiros Lula, Franklin Martins e Marco Aurélio Garcia aos irmãos Castro, os ditadores cubanos, Fidel e Raul, e o descaso com a morte do pedreiro Orlando Zapata, prisioneiro político cubano, condenado a 25 de prisão por se opor regime, que veio a falecer após 85 dias de greve, ilustra a política de do is pesos e duas medidas, de grande parte da esquerda latina americana, em relação aos direitos humanos e à democracia. Descaso que já havia se manifestado em 2003 com o fuzilamento de três dissidentes políticos e em 2007, quando o governo Lula entregou gentilmente através do despacho de Tarso Genro, os boxeadores cubanos que tinham se refugiado no Brasil após os jogos Pan-Americanos do Rio. Gentileza que ele não que prestar ao governo italiano entregando Cesare Battisti. Por uma razão clara, quando os assassinatos e seqüestros são feitos em nome da revolução vermelha eles são coroados de honra.

            Há um ano quando o publisher da Folha de São Paulo, Otávio Frias Filho, publicou um editorial infeliz no qual chamou o regime militar brasileiro de “ditabranda”, embora tenha assim adjetivado em comparação com as ditaduras socialistas, a esquerda entrou em chilique, teve ataques histriônicos. Capitaneada por seus gurus, Maria Vitória Benevides, Fábio Konder Comparato e Antonio Cândido, fizeram barulho na mídia evacuando se us surtos de indignação. Reação compreensível já que para quem tomou soco na cara, no estômago, sofreu afogamento e estupro, ou teve um ente querido morto pouco importa se o caso foi um entre 300 ou um entre 300.000. A vida foi violada na sua dignidade, de forma covarde. Chamar de “ditabranda” o regime que provocou isso, mesmo que não tenha sido esta a intenção, soou como uma relativização ao sofrimento alheio, um desrespeito a sua sensibilidade.

            Agora, o que não é compreensível é que não tenham tido surtos de indignação com o assessor especial da presidência, Marco Aurélio Garcia, que minimizou a morte de Zapata e se esquivou de denunciar a violação dos direitos humanos em Cuba, o que dizendo que há problemas de direitos humanos em todo mundo. Como não deduzir que suas palavras pedem a resignação dos dissidentes cubanos e dos opositores da ditadura castrista aos a violação dos direitos humanos na ilha. Por que, então, para ser coerente não manda seus camaradas de esquerda parar de protestar contra as torturas perpetradas pelo governo estadunidense nos prisioneiros da Base de Guantánamo em Cuba, já que há problemas de direitos humanos em todo mundo, inclusive na maior democracia? Cadê o protesto de Marilena Chauí, Emir Sader e Chico Buarque, dessa gente tão “sensível” aos direitos humanos?

Quando o então presidente hondurenho, Manuel Zelaya, foi deposto pelos militares, legitimados pela Constituição, porque começou a “arregaçar as mangas” para fazer sua “aventura bolivariana” à moda de Chávez e Morales, e se prolongar no poder, a mesma esquerda se levantou em protesto contra a violação da ordem democrática. A mesma ordem democrática que Fidel derrubou há 51 anos, e Chávez derruba gradualmente há 12 com a cumplicidade dela. O governo brasileiro, inclusive, hospedou o golpista na embaixada brasileira, que serviu de base a turma de Zelaya maquinar suas, felizmente, frustradas tentativas de retomar o poder.

Lula não reconhece até hoje a eleição democrática de Porfírio Lobo sob o pretexto de não estimular novos golpes a ordem democrática, como se fosse os militares hondurenhos e não Zelaya, seu camarada, o golpista. Por que Lula não aplica em Honduras aquilo que disse ter aprendido, quando indagado sobre seu silencio sobre as violações aos direitos humanos em Cuba, que não se deve “dar palpitas em outros países”? Por que ele só aplica isso em relação à Cuba, Venezuela e Irã e não em relação à Honduras, aos Estados Unidos e à Israel?

Ora, a razão é simples. Assim como a elite econômica brasileira, em sua maioria, apenas tolera Lula e o PT, mas tendo uma oportunidade de mandá-los não hesitará, apesar de ter sido muito bem tratada por ele, semelhantemente é a esquerda latina-americana, em sua maioria, em relação à democracia. Ela apenas tolera a democracia. Suporta conviver na democracia enquanto não tem crédito popular e condições concretas para destruí-la. Seu instinto autoritário não foi modificado, está contido. Manifesta-se periodicamente de forma sutil através de flertes sinuosos tipo, Conselho Nacional de Jornalismo e Programa Nacional de Direitos Humanos, para ver a reação do público, e saber s e avança, recua ou disfarça. O máximo de democracia que um esquerdista revolucionário tolera é intrapartidária. Para quê democracia num governo que encarnaria a vontade do povo? Liberdade para expressar opinião contrária ao povo, que a história os vocacionou como os legítimos representantes? 

O perigo maior, porém não está em Lula, esse é um carreirista, um camaleão. Um esquerdista autêntico, em privado, reconhece isso. O perigo está na esquerda ideológica e ressentida, viúva de Marx, que tem fantasias eóticas com Lênin, Trotsky e Che Guevara, que ficou em segundo plano em seu governo e agora vê na eleição de Dilma Roussef a possibilidade de sair da periferia para o centro do poder, de fazer a sua desforra, de saciar seus desejos burgueses recalcados. Que tem olhos para ver enxergue.

O OUTRO LADO – ECONOMIA da VIDA e a ECONOMIA BRASILEIRA

Fonte:  http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-02-01_2010-02-28.html#2010_02-11_04_10_32-10045644-0

Começa em 17 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, a Campanha da Fraternidade de 2010.

Levará a 50 mil comunidades cristãs de todo país, uma mensagem em tom de crítica à política econômica adotada sob Lula.

O tema da campanha será “Economia e Vida”. O lema foi extraído de um versículo bíblico: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24).

O texto-base inclui críticas à crescente dívida interna do país, às altas taxas de juros, à elevada carga tributária, ao sistema financeiro internacional e até ao PAC.

Repetindo modelo que havia sido adotado em 2000 e 2005, a campanha de 2010 terá um caráter ecumênico.

Participam, além da Igreja Católica, representada pela CNBB, outras quatro denominações religiosas:

1. Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.

2. Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.

3. Igreja Presbiteriana Unida do Brasil.

4. Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia.

Estão reunidas sob o guarda-chuva do Conic (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil).

No trecho dedicado à divida interna, o texto da campanha anota, por exemplo:

“Apesar dos gastos com juros e amortizações da dívida pública consumirem mais de 30% dos recursos orçamentários do país, essas dívidas não param de crescer”.

Com textos e gráficos, o material do evento propõe a conscientização sobre alguns temas econômicos que são pouco conhecidos por grande parte da população.

O documento sustenta a tese de que a dívida limita a capacidade do governo de destinar verbas aos investimentos sociais.

A campanha será deliberadamente associada às eleições de 2010. Deseja-se levar as comunicades cristãs a refletir sobre a necessideade de cobrar mudanças.

Ouça-se o que diz o secretário-geral do Conic, Luiz Alberto Barbosa, um reverendo da Igreja Anglicana:

“Escutamos o discurso oficial de que o país caminha para ser a quinta economia do mundo. Mas é preciso perguntar…:”

“…Se o cenário é tão bom, onde estão os recursos? Ainda temos quase 40 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza e não há trabalho e saúde para todos”.

Referências à perspectiva de o Brasil se tornar a quinta economia do mundo foram feitas em discursos e entrevistas de Dilma Rousseff, a presidenciável oficial.

O frade católico Carlos Josaphat, da ordem dos dominicanos, acrescenta que um dos objetivos da campanha é estimular os cristãos a abandonar a passividade.

Deseja-se, segundo ele, combater a omissão da comunidade religiosa em relação ao que chama de uso perverso das ferramentas da economia.

A Campanha da Fraternidade vai durar até 28 de março, o Domingo de Ramos.

O VÍDEO da campanha vitoriosa do RIO 2016 – Aos meus amigos cariocas!

 

Camaradas….

Existem aqueles que oram e torcem para que depois de 2016 o Rio esteja em pelo menos entre DOIS GRUPOS de sedes olimpicas:

 

1) GRUPO BENÇÃO: Sidney, Atlanta e Barcelona.

2) GRUPO MALDIÇÃO: Montreal e Atenas.

PERGUNTO: Você ora e torce para o GRUPO BENÇÃO ou MALDIÇÃO?

Eu ORO e TORÇO (e trabalharei)para a turma da BENÇÃO.

O Rio será o melhor dos exemplos seguido por BARCELONA, ATLANTA e SIDNEY (que sofreu com as ameaças de atentados terroristas).

VIVA O RIO!

 

 

 

Eita LULA!

KKKKKK

 

Vai ter sorte assim lá em………COPENHAGEN……e em qualquer lugar do mundo…….

 

Eu torço para que o Rio siga o exemplo de Barcelona onde a olimpiada passou e os benefícios ficaram revitalizando a cidade e ses cidadãos.

 

Os ROGA PRAGAS de plantão estão citando o exemplo negativo de Montreal – 76 que teve grande e legítimo boicote de 26 Nações Africanas em protesto à postura pró GOVERNO APARTHEID do COI.

 

Sai pra lá ziquezira!

 

Parra horror dos DEMOS e deminhos …………………….

Só fazendo bico mesmo......

Só fazendo bico mesmo......

Nem com reza brava Agripino, nem com reza brava......

Nem com reza brava Agripino, nem com reza brava......

Rio é Brasil! Que essa Vitória te faça bem desde agora!

BANDEIRA BRASILEIRA

 

Eita Cidade Maravilhosa.

Eita Cidade Maravilhosa.