O OUTRO LADO – Kaká versus JUCA ATEU

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AGENDEM-SE desde já – Encontros de ESPIRITUALIDADE CRISTÃ.

 

 

 

 

CONSELHO NACIONAL DA JUVENTUDE – 20a. Reunião ordinária

JUMOC / ABUB / REJU / REDE FALE / PJ

A 20º Reunião Ordinária do Conselho Nacional da Juventude (CONJUVE) ocorreu em Brasília entre os dias 08 e 09 de março de 2010 e contou com a participação dos conselheiros eleitos para o novo mandato (2010/2011) e os conselheiros da gestão anterior. Foi eleita a nova mesa diretora composta pelo representante do governo Danilo Moreira na presidência e João Vidal da União Geral dos Trabalhadores (UGT) na vice-presidência, representando a sociedade Civil. O conselheiro Edney Santos da Pastoral da Juventude (PJ) disse que “houve consenso entre os membros da Sociedade Civil, com avanço quanto a exposição dos pensamentos críticos e divergentes frente à apresentação da candidatura a vice-presidência”.

Além disso, foram divididas as comissões e definidos os seus coordenadores – Comissão de diálogo e articulação com a sociedade civil, acompanhamento de programas e políticas de juventude, comunicação e a de parlamento. Foi convocada a 3º Reunião Extraordinária para os dias 08 e 09 de abril para definir os grupos de trabalho do Conselho. O sentimento do conselheiro Sérgio Pimentel, representante da juventude batista no CONJUVE, foi de estranheza no que tange a marcação dessas demandas antes mesmo da eleição da nova mesa diretora, de acordo com o mesmo “os processos dentro do CONJUVE já estão bastante institucionalizados e pra quem está chegando leva um tempo para se adaptar”.

Sobre o processo eleitoral o conselheiro Marcus Vinícius, da Rede Fale observou que “na eleição passada como os candidatos a presidência eram da Sociedade Civil houve mais disputa, discussão e entusiasmo por parte dos conselheiros”.

Para João Vidal, vice-presidente eleito, representante da União Geral dos Trabalhadores (UGT), o maior desafio para este ano é “fazer uma representação que contemple todos os diversos grupos dentro do CONJUVE de maneira equitativa, justa, e conduzir as pautas colocadas pela sociedade civil. Além disso, outro desafio é levar o Conselho ao conhecimento do maior número de jovens brasileiros em todo o nosso território”.

João, que é católico, mas mora em frente da Primeira Igreja Batista de Taubaté/SP, foi membro do movimento do cursinho da cristandade, reconhece nas organizações religiosas um setor importante no Conselho. “Estou muito próximo a pauta do evangelho e do amor. Às vezes é um desafio para as organizações religiosas se posicionar nos temas mais polêmicos que atravessam a pauta do CONJUVE. Mas é necessário. Contem comigo”.

Ainda com relação ao CONJUVE Morgana Boostel, batista, representante da Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB) disse que “é um importante espaço de participação juvenil e de prática da Missão Integral, onde é possível articular uma série de coisas que já acontecem no movimento – organizadas pelos estudantes na base – com uma agenda nacional de PPJ”. Já a Tatiana Ribeiro, reverenda da Igreja Anglicana e representante da Rede Ecumênica de Juventude – REJU diz que “é uma conquista diante dos trabalhos e da presença da REJU na juventude brasileira. O CONJUVE é um espaço onde podemos colocar na pauta a questão das intolerâncias religiosas, as desigualdades sociais que acometem a juventude – como o extermínio de jovens e a violência a que alguns jovens são submetidos. Enfim, questões centrais para a REJU”.

Release preparado em conjunto com todos os movimentos relacionados a seguir: JUMOC / ABUB / REJU / REDE FALE / PJ

Sob a Grande Árvore

 

Pulei o carnaval em quatro escolas e entre um desfile e outro eu tive momentos inesquecíveis com o Grande Carnavalesco da Vida.

Estive presente em corpo, alma e devoção em quatro acampamentos de adolescentes e jovens no carnaval de 2010.

Os viçosos camaradas me renovaram os artelhos e a vocação.

Eles e elas são lindamente indomáveis.

Alguns dóceis como o meu Vinícius e outros ariscos como a minha Sabrina, todos vigorosos. Por isso vejo a todos e todas como filhos e filhas.

Por falar em filhos, os meus filhos assistiram ao filme Avatar e gostaram muito. Eu mesmo os estimulei a assistirem.

Simplesmente desconsiderei as opiniões dos altos críticos de todas as academias.

Também sei das previsíveis, inócuas e pífias satanizações que os crentões paranóicos fizeram do filme.   

Deixando de lado os pedantes e esses tolos limitados e ridículos defensores da fé, sigamos adiante todos nós que temos convicções maiores.

Não precisamos temer o jeito hindu de conceituar as encarnações de suas divindades.

Quem bem sabe em quem tem crido não precisa se assustar com as descidas de Vishnu ou Krishna ou com as demais encarnações de outras religiões.

Quem segue o Verbo Encarnado não precisa passar pelo ridículo recorrente toda a vez que surgir um livro, filme ou peça de teatro que negue, ofenda ou nem considere o nosso crer e viver.

O Tadeu Bara pintou a fotografia em tela em um dos momentos do Acampamento dos Jóvens da Ibab.

A foto me fez lembrar da grande árvore do filme Avatar.

Quando assisti ao filme eu realmente viajei sem fumar.

A árvore de lá me transportou para outras árvores.

Quando o tema são as árvores, a Bíblia nos traz emblemas muito mais profundos do que aquele que o filme comunicou.

As metáforas bíblicas da terra, plantação, roça, plantas, árvores, flor e frutos atraem muitos e diferentes pássaros para a grande árvore.

Falo da Grande Árvore que vêm do pequeno grão de mostarda. E todos nós somos chamados para nos assentarmos sob a sombra dessa Árvore Reino.

Voltando a foto do Bara, pensei nos Natanaéis que lá estão registrados.

Imaginei o quanto sou visto pelo Deus Encarnado sob a sombra de minha árvore.

Assenti com a verdade de que sai debaixo de minha árvore para me juntar com os meus camaradas sob a Grande Árvore.

O OUTRO LADO – ECONOMIA da VIDA e a ECONOMIA BRASILEIRA

Fonte:  http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-02-01_2010-02-28.html#2010_02-11_04_10_32-10045644-0

Começa em 17 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, a Campanha da Fraternidade de 2010.

Levará a 50 mil comunidades cristãs de todo país, uma mensagem em tom de crítica à política econômica adotada sob Lula.

O tema da campanha será “Economia e Vida”. O lema foi extraído de um versículo bíblico: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24).

O texto-base inclui críticas à crescente dívida interna do país, às altas taxas de juros, à elevada carga tributária, ao sistema financeiro internacional e até ao PAC.

Repetindo modelo que havia sido adotado em 2000 e 2005, a campanha de 2010 terá um caráter ecumênico.

Participam, além da Igreja Católica, representada pela CNBB, outras quatro denominações religiosas:

1. Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.

2. Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.

3. Igreja Presbiteriana Unida do Brasil.

4. Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia.

Estão reunidas sob o guarda-chuva do Conic (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil).

No trecho dedicado à divida interna, o texto da campanha anota, por exemplo:

“Apesar dos gastos com juros e amortizações da dívida pública consumirem mais de 30% dos recursos orçamentários do país, essas dívidas não param de crescer”.

Com textos e gráficos, o material do evento propõe a conscientização sobre alguns temas econômicos que são pouco conhecidos por grande parte da população.

O documento sustenta a tese de que a dívida limita a capacidade do governo de destinar verbas aos investimentos sociais.

A campanha será deliberadamente associada às eleições de 2010. Deseja-se levar as comunicades cristãs a refletir sobre a necessideade de cobrar mudanças.

Ouça-se o que diz o secretário-geral do Conic, Luiz Alberto Barbosa, um reverendo da Igreja Anglicana:

“Escutamos o discurso oficial de que o país caminha para ser a quinta economia do mundo. Mas é preciso perguntar…:”

“…Se o cenário é tão bom, onde estão os recursos? Ainda temos quase 40 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza e não há trabalho e saúde para todos”.

Referências à perspectiva de o Brasil se tornar a quinta economia do mundo foram feitas em discursos e entrevistas de Dilma Rousseff, a presidenciável oficial.

O frade católico Carlos Josaphat, da ordem dos dominicanos, acrescenta que um dos objetivos da campanha é estimular os cristãos a abandonar a passividade.

Deseja-se, segundo ele, combater a omissão da comunidade religiosa em relação ao que chama de uso perverso das ferramentas da economia.

A Campanha da Fraternidade vai durar até 28 de março, o Domingo de Ramos.

Só o que agrega valor – NOVO CAFÉ ACADÊMICO de MARÇO de 2010.

O JEFF é um camarada que faz muita coisa bacana.

AGENDE-SE e CONFIRA:

O aquario é lá ou aqui?