Pra curtir – Duke Ellington: Take The “A” Train

Um presente de meu amigo Luis DELCIDES.

You must take the “A”-Train
To go to sugar hill way up in Harlem
If you miss the “A”-Train
You’ll find you missed the quickest way to Harlem
Hurry – get on now it’s coming
Listen – to these rails a-humming – all board
get on the “A”-Train
Soon You will be on sugar hill in Harlem

 

 

TRADUÇÃO POSSÍVEL

Take The “A”Train

Take The “A Train”

   
You must take the “A”-Train Você deve ter o “A”-Train
To go to sugar hill way up in Harlem Para ir ao modo Sugar Hill em Harlem
If you miss the “A”-Train Se você faltar o “A”-Train
You’ll find you missed the quickest way to Harlem Você descobrirá que perdeu a maneira mais rápida de Harlem
Hurry – get on now it’s coming Pressa – comece agora está vindo
Listen – to these rails a-humming – all board Ouvir – para esses trilhos um zumbido – todos os regimes
get on the “A”-Train entrar na “A” Train-
Soon You will be on sugar hill in Harlem Logo você vai estar no monte do açúcar no Harlem
 
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O OUTRO LADO – A HISTÓRIA DAS COISAS

 

Camaradas,

Confiram uma dica do Ziel Machado.

Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.

Dublagem: Nina Garcia

A MISSÃO DA Igreja de Jesus e a dupla CIDADANIA dos Cristãos.

Só o que agrega VALOR – Paradoxos Evangelicalóides.

Camaradas,

Confiram o texto abaixo e procurem adicionar aos seus FAVORITOS o BLOG http://www.pulpitocristao.com/ 

Parabéns rapazeada!

Belo texto Leonardo!

Na jornada,

Levi

Paradoxos evangelicalóides: Para crentes que não têm medo de pensar

Leonardo Gonçalves , , terça-feira, 27 de abril de 2010

Por favor, alguém pode me explicar por que palavras como “paixão”, “fogo”, “glória”, “poder” e “unção” vendem muito mais CDs do que “graça”, “misericórdia” e “perdão”?

Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?

Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?

Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?

Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?

Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?

Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular (EU), quando a proporção nos salmos é muito menor?

Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais, em situação de conflito, que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hebreus 11?

Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio?

Por que os cristãos creem que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, mas são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?

Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos?

Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como “rios de unção” e “chuvas de avivamento”, ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?

Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é “espírito ruim” das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os “espíritos ruins” já foram “amarrados” uma vez, por que todo ano eles precisam ser “amarrados” de novo?

Por que se canta todos os dias “Hoje o meu milagre vai chegar”? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de “hoje”?

Por que Jó não cantou “restitui, eu quero de volta o que é meu”, nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de “campanha de libertação” quando perdeu tudo?

Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, “doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor”? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?

Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais “atos proféticos”? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?

Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?

Por que se faz apelo ao fim de uma “pregação” que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado?

Por que Deuteronômio 28:13 (“o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”) é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 (“somos considerados como o lixo do mundo”) ninguém gosta de citar?

Será que ninguém percebe que algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro?

Eu só queria saber…

Só o que agrega VALOR – Contribuição do EPJ-DF para a postura das Igrejas nas Eleições

BREVE RELATO SOBRE ENCONTRO

 

Tema: Evangélicos e Eleições – Participação nos momentos eleitorais.

Moderador: Paul Freston

Dia: 17/04/2010 – Sábado

Hora: das 16h as 18h.

Local: Igreja Cristã Evangélica de Brasília: EQN 309/310 – Área Especial A – Asa Norte

 

Inicialmente o Paul Freston fez uma abordagem da participação evangélica no parlamento brasileiro e comentou sobre o que ocorreu em alguns outros países. Em seguida várias perguntas foram feitas pelos participantes. Disponibilizaremos o áudio em nosso site.

 

Em termos práticos podemos destacar que:

 

a)      A postura de lançamento de candidatos oficiais tem sido uma das piores atitudes políticas que igrejas evangélicas tem tomado.

b)      A segunda pior postura das igrejas é não fazer nada, pois dessa forma se está omitindo diante do agravamento dos problemas sociopolíticos.

c)      O desafio proposto para o EPJ é tentar animar as igrejas para que desenvolvam um trabalho pedagógico relacionado com as eleições, sem partidarismos. Para isso é necessário que relacionemos e elaboremos textos voltados para as igrejas interessadas nesse trabalho educativo.

 

Lançamos como proposta de próxima atividade outro encontro com Ricardo Barbosa sobre o tema do poder.

 

AVALIAÇÃO

 

O encontro foi frutífero, com a participação de cerca de quinze pessoas. Não conseguimos transmitir ao vivo pela Internet como tentamos e desejamos fazê-lo no próximo. Pretendemos disponibilizar o vídeo e o áudio postermiormente na Internet. Relacionamos cerca de trinta organizações que atuam no Distrito Federal, mas não tivemos tempo de tentar um dialogo voltado para o encontro. Acreditamos que essa tentativa de dialogo é de fundamental importância, pois dessa forma poderemos avaliar as possibilidade e barreiras que o EPJ possui de contribuir com as igrejas.

 

Percebemos que escrever ou encontrar materiais já escritos que possam contribuir com nossos objetivos é o atual ponto crítico. Acreditamos que o EPJ avançará somente se conseguirmos vencer essa barreira. Temos observado três grandes necessidades de subsídios:

 

1)      A Análise de Conjuntura proposta pela coordenação nacional. Sabemos que está existindo dificuldades para elaboração da proposta inicial, mas sem um nivelamento mínimo de uma leitura da conjuntura talvez seja mais difícil animar ações conjuntas enquanto EPJ.

 

2)      O decreto presidencial do PNDH3 (terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos) gerou uma significativa repercussão na sociedade, em especial entre os evangélicos. Isso nos desafia a construir um olhar coletivo do EPJ sobre ele.

 

3)      Debate Eleitoral – Reforçando o que já foi colocado pela coordenação nacional, enfatizamos essa necessidade afim de que possamos tentar contribuir com o fortalecimento da democracia.

 

Diante desses desafios, sugerimos que o EPJ consulte nacionalmente nos grupos virtuais, se existem indicações de textos sobre os temas acima e pessoas dispostas a contribuir escrevendo sobre eles.

 

Na Graça de Deus,

 

EPJ DF – Evangélicos pela Justiça no Distrito Federal

Falar de Jesus ou Ouvir em Jesus?

UMA BELA DECLARAÇÃO DE VOTO

DECLARAÇÃO DE VOTO

Voto este ano, para presidente da República, no candidato decidido a implementar reformas estruturais tão prometidas e jamais efetivadas: agrária, tributária, política, judiciária. E que a previdenciária e a trabalhista não sejam um engodo para punir ainda mais os trabalhadores e aposentados e beneficiar grandes empresas.

Voto em quem se dispõe a revolucionar a saúde e a educação. É uma vergonha o sucateamento do SUS e do ensino público. Segundo o MEC, há 4,1 milhões de brasileiros, entre 4 e 17 anos de idade, fora da escola. Portanto, virtualmente dentro do crime.

Voto no candidato disposto ao controle rigoroso de emissão de gás carbônico das indústrias, dos pastos e das áreas de preservação ambiental, como a Amazônia.

Voto no candidato disposto a mudar a atual política econômica que, em 2008, canalizou R$ 282 bilhões para amortizar dívidas interna e externa e apenas R$ 44,5 bilhões para a saúde. Em termos percentuais, foram 30% do orçamento para o mercado financeiro e apenas 5% para a saúde, 3% para educação e 12% a toda a área social.

Voto na legalização e preservação das áreas indígenas, de quilombolas e ribeirinhos, no diálogo permanente com os movimentos sociais e no repúdio a qualquer tentativa de criminalizá-los.

Voto no candidato que seja contrário à construção de termoelétricas e hidrelétricas nocivas ao meio ambiente. E que dê continuidade à atual política externa, de fortalecimento da soberania e independência do Brasil.

Voto, sobretudo, em quem apresentar um programa convincente de redução significativa da maior chaga do Brasil, que é a desigualdade social.

Este é o meu voto. Só resta achar o candidato.

 Autor: FREI BETTO

Fonte: Jornal O Dia