NINGUÉM IRÁ ME DOMAR…………

O mundo pode ser dividido entre os que pensam que o HOMEM doma DEUS e os demais que acham que DEUS doma o HOMEM, e um terceiro grupo que foram influenciados pelas lógicas anteriores e afirmam que não é nem uma coisa ou outra.

Portanto, eu afirmo: Todo ser humano acha que pode domar Deus.

Eu assisti várias vezes a um filme com os meus filhos sobre um cavalo que era difícil e ser controlado, o SPIRIT.

Sugestivo nome, você não acha?

Spirit o Stallion of the Cimarron de 2002 dirigido por Kelly Asbury, é um cavalo que tem um amigo que é o índio Lakota e um amor que é a égua Chuva em sua trama de resistência e liberdade diante dos dominadores do oeste americano do século XVII.

Eu acho a música demais e não foram poucas as vezes que me emocionei ao lado de meus filhotes assistindo a esse filme.

Quando penso de domadores eu lembro um homem seguro de si com uma bela roupa de safári diante de um leão enorme onde a cadeira e o chicote não passam de coadjuvantes de uma bela cena que deixa claro quem doma e é domado.

“Coadjuvantes” para aqueles que não são atenciosos, pois os domadores precisam de cadeiras para se defender e de chicotes para submeterem aos que temem dominá-los.

Domador é alguém que passa a vida se defendendo e submetendo os outros aos seus desejos. Domador nada mais é do que um ser domado que pensa ocultar o medo e a sede de ser domado.

Numa sala, um dia eu ouvi um moço dizendo se deus quiser as coisas iriam acontecer.

Lembro-me do sorriso sarcástico daquele adorador de Mamom diante mim. Era interessante perceber como ele achava – e ainda acha – que domina e doma a tudo e todos.

Não faltariam exemplos de pessoas iludidas com a esta fantasia frágil e previsível de domador.

Tem Religioso – Cristão, Muçulmano, Judeu, Animistas e outros – que pensam domar Deus.

Tem GNÓSTICO e AGNÓSTICO que crêem domar deus.  

Tem quem pensa não ser nenhuma das alternativas anteriores e acham que são domadores e dominadores.

Pergunto: VOCÊ é domador ou dominado;  ou DOMADO ou DOMINADOR? 

Quer uma dica?

Tem um texto bíblico que diz o seguinte: “….E FEZ ESTA PROMESSA AO INDOMÁVEL.…”

O pastor e michael j. por JORGE CAMARGO

 

 

 

Camaradas,

Eis uma breve e substancial reflexão sobre MICHAEL JACKSON.

Quem escreveu é um amigo a quem eu chamo de ABBA.

Leia e reflita.

Na Jornada,

Levi

MICHAEL JACKSON E A SAGA HUMANA

por JORGE CAMARGO (www.jorgecamargo.com.br)

 

 

 

O som do Michael nunca fez a minha cabeça, embora reconheça nele um extraordinário talento, uma incrível criatividade e uma enorme sensibilidade.

Sua trajetória como artista e como homem, no entanto, tem muito a me dizer.

E fala (chega mesmo até a gritar) sobre o que temos de mais humano: nossa capacidade de transcender a nós mesmos através de nossas realizações, de nossa inventividade, de nossa arte, e assim eternizarmos a nossa obra. Já dizia Sêneca, “longa é a arte, breve é a vida”.

Sua senda também me ensina sobre a nossa vocação, como seres humanos, para apresentarmos no palco da vida um espetáculo inusitado e surpreendente, repleto ora de elementos de glória sublime, ora de tragédia pungente.

E isso é comum a todos nós.

Todos tivemos, temos ou teremos momentos singulares de realização, de contentamento, de vitória.

E também já vivemos ou viveremos tempos de dor, de luto, de vergonha, de desterro.

Esse é o caminho dos que são a coroa desta criação.

Esse foi o caminho descrito no livro sagrado que o Cristo de Deus percorreu.

Da eternidade em harmonia triuna ele se esvazia tomando a forma de escravo, vivendo entre os homens, morrendo entre ladrões.

E é então exaltado, recebendo o nome que está acima de todo nome.

Eu poderia ocupar espaço falando dos escândalos, das dívidas, do isolamento, das deformações físicas e psicológicas que sempre ocuparam o cotidiano do ser humano Michael.

Prefiro, no entanto, refletir sobre as minhas próprias imperfeições, distorções, incoerências e enfermidades que,  aliás, todos temos em diferentes formas e momentos.

 

E nisso tudo, don’t matter if you’re black or white!

O PASTOR e as DROGAS

Nosso interior está se tornando cada vez mais vazio

James Allen, in As a Man Thinketh

 

A nossa obsessão por realização e significado sob a égide da urgência transformou-nos em dependentes doentes e adoecedores do vicioso circulo “ver/fazer/conquistar/ver/fazer/conquistar/”.

Admitamos, esse estilo de vida nos dá uma sensação adrenalinada, nos achamos vivos, eficientes, competentes e fortes competidores.

Inalamos a nossa carreira, profissão e desempenho como uma carreira de cocaína e isso nos dá a ilusão de estar ligado na vida quando na verdade estamos sendo expostos, pressionados, medidos e consumidos por esse vício.

E isso nos faz querer e buscar mais desse modo de ser para não ser descartado da turma dos bens sucedidos e colocados de lado pela turma dos bacanas.

Duas noticias me chamaram a atenção ontem.

As informações sobre os negócios rentáveis da cocaína e os seus mercados emergentes e em retração no mundo e outra foi sobre a “solução” do “chuveirinho” nos drogaditos que estão inaugurando uma Nova Cracolandia em São Paulo. Uma maneira de afastar os usuários das calçadas em frente de alguns prédios de um bairro no centro de São Paulo.

As noticiais se misturaram com outras sobre a crise mundial, a gripe suína, os escândalos secretos e notórios do Senado e as propagandas sobre produtos que nos “transformarão” em pessoas “bem sucedidas” e “felizes”.

Isso me faz pensar que tudo o que gera dependente é lucrativo. Óbvio, dirá você.

Só que não existem dependentes sem co-dependentes e os seus nefastos e desagradáveis efeitos colaterais sociais.

Há anos, eu encontrei em um hotel em Brasília, um político de nossa região que sempre está “bem informado”.

Como sou confiável, jamais disse e nem direi o que ele, um ex-prefeito e um ex-secretário estavam fazendo durante toda aquela noite, mas ele, o tal do sempre bem informado doutor, tratou de espalhar calúnias a meu respeito por todos os lugares que passava.

Inquirido que foi, diante de testemunhas idôneas, desmentiu ser ele o autor das difamações e tratou de denunciar logo outro, também político para se safar da situação. A vida se encarregou e está se encarregando de tratar desses dependentes cuja droga é o poder pelo poder e o dinheiro seja ele sujo ou não, custe o que custar.

Infelizmente, a urgência e o modelo que escolhemos para viver unem pessoas de ilibado e enlameado caráter.

Quando buscamos realização e significado usando o modelo que todo mundo usa, nós não passamos de miseráveis viciados.

Esse jeito de fazer e ter faz de todos nós dependentes, só que de drogas diferentes.

E infelizes, além de nós é claro, daqueles que suportarem viver como dizem, ao nosso lado.

FILHOS DA…………

Antes, a questão era descobrir se a vida precisava ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.”

Albert Camus

 

Somos filhos da urgência ou da importância? Certamente que podemos ser filhos disso ou daquilo, mas o que de fato interessa é se somos ou não amamentados, criados e ensinados pela mamãe importância ou pela mamãe urgência.

Percebo a cada dia o quanto eu investi o meu tempo e atenção a coisas absolutamente desnecessárias e eu entendo bem o que Mao TSE Tung queria ensinar quando dizia que o urgente geralmente é um atentado contra o necessário. 

Tenho experiências amargas que me deixaram cicatrizes indeléveis, pois me vi fora de ponto e distante da realidade quando comecei a acreditar e aceitar que tudo era “pra ontem”. Pronto, assim não discernir mais o que é era real e verdadeiramente necessário.  

Bem dizia Heráclito ser necessária a necessidade da realidade.

E no mundo do irreal e do desnecessário não há espaço possível para o importante.

Os filhos da urgência desperdiçam a existência fazendo do ter a sua incansável meta e do fazer a sua fuga e entorpecente.

Esse jeito de ter e fazer nunca revelará o verdadeiro ser que somos e nos tornará vítimas do cronômetro.

Henry Nouwen diz que para algumas pessoas o cronometro pode tornar-se uma cronomania, uma obsessão, especialmente se tudo o que somos depender do relógio que continua a bater, quer estejamos acordados ou não.

Stephen Covey sugere três perguntas interessantes que eu reproduzo aqui:

1 – Qual é a atividade que você sabe que, se desempenhasse com a necessária seriedade e continuidade, produziria resultados positivos para a sua VIDA PESSOAL?

2 – Qual é a atividade que você sabe que, se desempenhasse com a necessária seriedade e continuidade, produziria resultados positivos para a sua VIDA PROFISSIONAL?

3 – Se você sabe que essas coisas produziriam resultados tão significativos, por que NÃO AS ESTÁ FAZENDO AGORA?

Resultados, até os filhos da urgência conseguem, agora, resultados significativos e que não transformam a nossa e a vida dos outros num inferno, bem, isso só se formos filhos da outra mãe.

O QUE O PASTOR FARÁ DAQUI PRA FRENTE ????????????

Camaradas,

  

Graça, paz e todo o Bem sejam sobre vocês.

Não é pegadinha………

(COMO SEMPRE) Todas as minhas ações e decisões estarÃO fundamentadas em MINHA MISSÃO PESSOAL:

 

Missão Pessoal do PASTOR LEVI ARAÚJO.

 

Ser uma pessoa reconciliada com o meu ser essencial que cumpra com integridade e sinergia todos os meus papeis, procurando viver com saúde e uma infra-estrutura capaz de potencializar o cultivo do amor e respeito em meus relacionamentos interpessoais e viabilizar um permanente desenvolvimento e crescimento pessoal para que no final de minha vida eu deixe às futuras gerações um legado de participação na construção de Comunidades Sustentáveis: Economicamente Viáveis, Socialmente Justas e Ecologicamente Corretas. (LEIAM TEXTOS IMPORTANTES SOBRE OS MEU ULTIMOS DIAS NO TEXTO NO BLOG – https://najornada.wordpress.com/ )

 

Levi Araújo

 

 

IMORALIDADES, FINGIMENTOS e FALSIDADES

Imoralidades, fingimentos e falsidades

Por Levi Araújo

 

Todos os mortais tendem a tornar-se naquilo que fingem ser.” C. S. Lewis

 

Os homens se diferenciam pelo que mostram, e se parecem pelo que escondem.” Paul Valéry

 

Evitando digressões sobre a diferença conceitual sobre moral, imoral e amoral é interessante perceber – ou tentar perceber – o que norteia a maneira que levam algumas pessoas a viverem e agirem nesse mundo.

Além de considerar moral sinônimo de pecados sexuais, a maioria dos ignorantes religiosos fundamentalistas realmente acreditam serem os guardiões da moralidade. Obviamente que moral é muito mais do que essa ênfase que Freud explicou muito bem.

Levados que somos pelas ênfases indutoras de uma imprensa em sua maioria nada isenta, nós focamos no executivo, judiciário e legislativo e falamos de imoralidades e achincalhamos os imorais políticos.

Bezerra da Silva é quem passa esse sentimento popular quando diz que se vocês estão a fim de prender o ladrão, podem voltar pelo mesmo caminho. O ladrão está escondido lá embaixo atrás da gravata e do colarinho.

Se desejarmos falar e pensar honestamente em moral basta olharmos para dentro de nós mesmos e nas pessoas que estão ao nosso redor e perceber sem falsidades que os nossos relacionamentos familiares, profissionais e sociais estão repletos imoralidades.

Mesmo com a ampliação justa e verdadeira do nosso genial embaixador dos morros e das favelas, nós achamos que as obscenidades morais acontecem somente nos arraiais políticos. Preferimos acreditar e pensar na política como alguma coisa externa a nós, esquecendo que somos animais políticos e que o viver e o agir, enfim, o existir, dos seres humanos são política pura.

Bono Vox diz que quando está escrevendo músicas há duas coisas que ele não quer escrever, uma é política e a outra é religião, e ele sempre acaba escrevendo sobre os dois.

Convivi e convivo nos dois ambientes e quando o assunto é poder pelo poder e a manutenção do poder a qualquer custo, deve-se evocar Dostoievski quando diz ser claro e evidente que o mal se insinua no homem mais profundamente do que supõem os médicos socialistas. Em nenhuma ordem social é possível escapar ao mal e mudar a alma humana: ela própria é a origem da aberração e do pecado.  

Eu também não creio que ordens sociais sejam imunes a imoralidades e a cada dia eu fico mais certo disso.

Hoje eu estou menos sonhador e idealista com algumas coisas que me apaixonaram e iludiram até pouco tempo. Falta de conselho não foi.

Mas também não quero ficar cantando com o Gabriel Pensador “Até quando você vai levando porrada, até quando vai ficar sem fazer nada, até quando vai ser saco de pancada?

É verdade quando Nietzsche diz que todo idealismo frente à necessidade é um engano e também é verdadeiro o que Brecht ensina ao dizer: “Primeiro comer, a moral, depois”.

Não estou anunciando que apostatei da fé e da ideologia e me converti ao pragmatismo venal abraçando o utilitarismo de Jeremy Bentham e o principio da maior felicidade, afinal, como rebate Stuart Mill: “Antes ser um homem insatisfeito que um porco satisfeito”.

O meu desejo é seguir provendo integralmente a minha família, caminhando mais livre e cônscio das minhas necessidades e potencialidades e mais atento com as minhas fugas e máscaras.

Pois só assim eu poderei contribuir melhor com a construção de uma Jornada pelo bem comum embasada na Regra de Ouro que aprendi com o Mestre: “Faça aos outros tudo o que você gostaria que ou outros fizessem por você”.   

Cansei de ser mais um inocente útil e apesar de sentir na pele e na dignidade exatamente o inverso do áureo mandamento cometido por muitos parceiros de sonhos e ideais, seguirei na Jornada aprendendo com Clarice Lispector que o verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo.

FIQUE ESPERTO! (Gato que leva tijolada não dorme em olaria)

Fique esperto!

Por Levi Araújo

“Gato que leva tijolada não dorme em olaria”

Todos nós temos potencialidade para o bem e para o mal. Não há ser humano capaz de ser só do mal ou de ser só do bem. Essa mistura é da natureza humana.

O uso errado de nossos talentos pode trazer muita desgraça, mas a exposição desinteressada de nossas fraquezas pode despejar graça e até cura sobre as pessoas. E não se trata de erros e acertos, pois alguns erros são capazes de ensinar e muito, enquanto que alguns acertos podem reforçar o individualismo, o egoísmo e a empáfia.

Ser do bem e do mal é um processo cheios de escolhas e todo o dia nós fazemos consciente ou inconscientemente essas escolhas.

Durante a vida a gente pode seguir na jornada da integração ou da desintegração, na senda do bem ou do mal comum.

Mas a história da humanidade está cheia de exemplos emblemáticos tanto para o bem quanto para o mal.

E não são poucos os que optaram pela vileza, dissimulação e pela semeadura da contenda. Gente que vive com as mãos cheias de sementes de contendas.

Na Lei infalível da Vida – que é a da Roça ou da Fazenda – aquilo que plantarmos, certamente iremos colher.

Gente assim é mais usada do que usa, pessoas desse tipo interessam e muito para quem deseja tomar ou se perpetuar no poder mesmo que seja um poderzinho que a faça agir somente para os seus interesses pessoais ou corporativos. São seres venais usados para desagregar e dividir.

Fiquem atentos, eles estão por todos os lados.

Confira a seguir mais um texto que eu escrevi há quase um ano atrás quando oficialmente a Campanha Municipal de 2008 em Santo André já tinha começado oficialmente.

Boa Leitura!

Os desagregadores de plantão (06/07/2008)
Por Levi Araújo

“Há no seu coração perversidade, todo o tempo maquina mal; anda semeando contendas. Por isso a sua destruição virá repentinamente; subitamente será quebrantado, sem que haja cura. Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: ‘Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,
O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos. “‘“
Provérbios de Salomão

Eis aqui um provérbio numérico onde os números 6 e 7 enfatizam verdades sobre a conduta do homem mau e iníquo no paralelismo sinônimo da poesia hebraica
Ao listar seis coisas que o Senhor odeia, o sábio registra que os piores dos piores são os semeadores de contenda.
Há OLHOS, LINGUAS, MÃOS, CORAÇÕES e PÉS característicos das pessoas que são do MAU.
Olhos altivos, línguas mentirosas, mãos que derramam sangue inocente, corações que maquinam pensamentos perversos e pés que se apressam a correr para o mal.
Os olhos são janelas que revelam um coração arrogante e a língua são portadoras de palavras perversas e conversas fraudulentas.
As mãos são instrumentos de assassinatos, os corações são salas de planejamentos perversos e os pés vivem correndo para fazer maldades.
Há outras utilizações metafóricas para os membros do Corpo Humano, Pierre Weil e Roland Tompakow apresentam um viés psicológico no livro “O Corpo Fala”, aqui em provérbios a aplicação interpretativa sinaliza para lições que definem o que é ou não uma conduta social corruptora.
Nas palavras do Sábio, há indivíduos desagregadores que transpiram discórdias e não conseguem viver sem plantar uma confusão entre amigos ou companheiros de um projeto comum.
Os semeadores e semeadoras de contendas são gente do mal de dentro pra fora e da cabeça aos pés.
Gente assim será destruída repentinamente e subitamente quebrantada sem que haja cura.
Esses sabotadores da comunhão não precisam de destruidores, eles se autodestroem.